MAIS EDUCAÇÃO
"A educação é o nosso passaporte para o futuro pois o amanha será das pessoas que se preparam hoje" MALCOM X
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Por QuE Educação IntEgral no
contEXto BraSIlEIro contEMPorÂnEo?
Uma análise das desigualdades sociais, que relacione tanto os problemas de
distribuição de renda quanto os contextos de privação de liberdades
2
, é requerida
para a construção da proposta de Educação Integral. Essa construção, no Brasil, é
contemporânea aos esforços do Estado para ofertar políticas redistributivas de
combate à pobreza. Nessa perspectiva, faz-se necessário um quadro conceitual mais
amplo para que a pactuação de uma agenda pela qualidade da educação considere
o valor das diferenças, segundo o pertencimento étnico, a consciência de gênero, a
orientação sexual, as idades e as origens geográficas. vale destacar, nesse quadro,
a influência dos processos de globalização, as mudanças no mundo do trabalho, as
transformações técnico-científicas e as mudanças sócio-ambientais globais, dentre
outras, que impõem novos desafios às políticas públicas, em geral e, em particular, às
políticas educacionais, principalmente em países emergentes como o Brasil.
Para a consolidação de políticas públicas efetivas de inclusão social, são
necessários diagnósticos sociais bem construídos, implicados em sistema de
monitoramento de indicadores gerais, conforme destaca Paes de Barros et al. (2006a,
2006b). Hoje, nas áreas sociais, incluindo-se a educação, o Brasil dispõe de informações consistentes, coletadas e analisadas por órgãos reconhecidos, como o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o Instituto Brasileiro de
geografia e Estatística (IBgE) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), para
citar alguns. Especificamente no campo da educação, contamos com indicadores e
dados expressos pelo Censo Escolar, pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica
(SAEB) e pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).
Em 2006, em uma escala de 0 a 10, o IDEB identificou sistemas de ensino
com índices que variavam de 1,8 a 6,0 e escolas que variavam de 0,7 a 8,5. Essa
discrepância revela profundas desigualdades nas condições de acesso, permanência
e aprendizagem na educação escolar, refletindo a complexidade de um processo
em que se entrelaçam diversos fatores relativos tanto à estruturação social, política
e econômica da sociedade brasileira, quanto ao trabalho pedagógico realizado no
cotidiano por professores e demais profissionais nas escolas públicas.
É importante assumir que a situação de vulnerabilidade e risco social,
embora não seja determinante, pode contribuir para o baixo rendimento escolar,
para a defasagem idade/série e, em última instância, para a reprovação e a evasão
escolares. Há estudos que permitem identificar forte correlação entre situação
de pobreza, distorção idade/série e dificuldades para a permanência na escola
Professor pede que alunos escrevam redação como se fossem suicidas
10 de dezembro de 2012 • 14h58 • atualizado às 15h35
Um professor francês que pediu que seus alunos escrevessem uma redação como se fossem suicidas, foi suspenso nesta segunda-feira, pela entidade em que lecionava como medida de precaução, enquanto aguarda a conclusão da investigação que foi aberta.
"Vocês acabam de completar 18 anos e decidiram colocar um fim em suas vidas. A decisão parece irrevogável. Antes deste último impulso, escrevam as razões de seus gestos. Ao fazer um autorretrato, descreva todo o asco que sentem de vocês mesmos. Seus textos lembrarão alguns elementos de suas vidas que causam essa sensação", pediu aos alunos.
Os estudantes do terceiro ano do instituto Montmoreau receberam o trabalho em 22 de outubro, mas a polêmica ficou conhecida quando os pais de alguns alunos reclamaram para a direção da entidade e mandaram uma cópia da redação ao jornal Charente Libre.
"É indignante que um professor proponha um tipo de temas destes para crianças de 13 e 14 anos. Não temos costume de questionar o que acontece na escola, mas tudo tem limite. Qual será o próximo tema? O que você vai sentir quando se drogar?", disseram os pais nas cartas.
O jornal lembra que o suicídio é a segunda causa de mortalidade entre os jovens e aponta que, embora a maioria dos pais acredite que é normal que se trate desses temas em aulas, considera que a forma escolhida não foi adequada.
Os testemunhos recolhidos entre os alunos oscilam entre a surpresa por terem de escrever sobre um tema que, segundo eles, não foi precedido por debate ou explicações e a atitude daqueles que recorreram à imaginação para cumprir com o pedido.
"Eu escrevi sobre uma menina que não se sente nada bem consigo mesma, muito gorda, que todo mundo rejeita, inclusive seus pais", disse uma das alunas, que não quis se identificar e que assegurou que o tema não incomodou.
Antes que o professor fosse suspenso de forma cautelar, o diretor dos serviços departamentais de educação nacional, Jean-Marie Renault, antecipou que um fato deste tipo não pode ser "deixado de lado" e que as denúncias, se confirmadas, terão consequências.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
A ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL SEGUNDO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO MUNICIPIO DE PORTO ALEGRE
Município desenvolve projetos para escolas de tempo integral
01/08/2012 15:04:20
Foto: Ricardo Giusti/PMPA
Concepção arquitetônica foi apresentada ao prefeito e a diretores de escolas
Foto: Ricardo Giusti/PMPA
Após aprovados, projetos darão forma a duas novas escolas de tempo integral
Escolas modernas, com ambientes pensados de acordo com as principais necessidades de alunos e professores que passam o dia reunidos, são algumas das características dos projetos apresentados nesta quarta-feira, 1º de agosto, ao prefeito José Fortunati e a cinco diretores de escolas da rede municipal. Os projetos, que ainda estão sendo aprimorados, darão forma a duas novas instituições de tempo integral para mil alunos cada, uma localizada no bairro Glória e outra na Lomba do Pinheiro. Os detalhes foram apresentados pela secretária de Educação, Cleci Jurach, e pelo arquiteto Rafael Rosa, da empresa RS projetos - vencedora da licitação aberta pela prefeitura para a elaboração de projetos mais adequados aos terrenos disponíveis e à realidade em sala de aula. (fotos) (vídeo)
“Precisamos pensar no ambiente escolar como um espaço da comunidade, onde os jovens passarão o dia em atividades pedagógicas e onde os moradores também possam estar integrados à estrutura”, disse o prefeito. O arquiteto responsável pelo projeto disse que, além da modernidade, as escolas terão funcionalidade, com espaços flexíveis que possam ser adaptados tanto para as atividades em sala de aula como para festividades e reuniões, sendo um atrativo para os jovens que passam até 10 horas na escola.
Um dos diferenciais é a possibilidade de usar o espaço localizado sobre o ginásio esportivo como anfiteatro ao ar livre, além de locais para atividades ao ar livre. Outros aspectos considerados são a utilização de materiais que demandarão menos gastos com energia e manutenção no futuro e a acessibilidade. Os projetos ainda serão avaliados tecnicamente por equipes da Secretaria Municipal de Educação (Smed), recebendo sugestões feitas pelos diretores. Até o final de agosto, os projetos devem estar concluídos, para que as obras possam ser licitadas.
"Estamos muito satisfeitos com o resultado, porque precisávamos de ideias que beneficiassem toda a comunidade escolar que atua em tempo integral num único ambiente. Um prédio com aspectos arquitetônicos agradáveis, com fácil manutenção e locais apropriados para atividades como música, artes, oficinas e laboratórios contempla essa necessidade", disse a secretária Cleci. “A escola precisa ser vista pelo aluno como uma extensão da rua, proporcionando momentos agradáveis e com uma estrutura que permita a abertura para a comunidade”, disse Rosa, ao expor as principais premissas ao grupo.
Escola Altos da Embratel - A escola a ser construída na Glória, entre a avenida Oscar Pereira e a rua Guanabara, terá ginásio, uma rua interna ligando ambientes do primeiro pavimento, biblioteca, refeitório, laboratórios, salas para atividades múltiplas e pátio interno, entre outros espaços.
Escola Quinta do Portal - Com um terreno amplo disponível, a escola deverá ter espaços para atividades como horta, trilha para caminhadas, estacionamento para bicicletas e espaço reservado para a construção de uma Unidade Básica de Saúde anexa. Também terá ginásio poliesportivo.
Principais conceitos:
- Racionalidade construtiva;
- Possibilidade de modulação e seriação;
- Espaços diferenciados para uso extensivo (turno integral);
- Sustentabilidade e eficiência energética;
- Flexibilidade espacial, com possibilidade de alteração dos espaços conforme proposta pedagógica vigente;
- Durabilidade dos materiais empregados (pouca manutenção);
- Capacidade de dar suporte à comunidade como equipamento urbano para atividades culturais, por exemplo;
- Permitir o uso de espaços da escola em horários diferenciados;
- Flexibilizar ao máximo os espaços de ensino para serem usados como locais de aprendizado.
A ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL SEGUNDO A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RS
Apresentação e Objetivos
Lista de Escolas
O programa visa atender crianças e adolescentes de determinadas regiões do Estado em torno de uma proposta pedagógica que responda às necessidades básicas dos alunos das escolas públicas estaduais. As Escolas de Tempo Integral passam a oferecer, além de uma educação de qualidade no turno regular, oficinas pedagógicas no turno inverso, atendendo os estudantes de forma completa. Além de profissionais capacitados e materiais didáticos, cada estudante recebe no mínimo três refeições diárias, garantindo melhores condições para o seu aprendizado. O programa é destinado a crianças e adolescentes de baixo poder aquisitivo, oportunizando-lhes uma maior qualidade de ensino, na medida em que são trabalhados em todas as áreas do conhecimento, ampliando, com metodologias diversificadas, os conteúdos da base curricular.
A essência do projeto é a permanência da criança e do adolescente na escola, assistindo-o integralmente em suas necessidades básicas e educacionais, ampliando o aproveitamento escolar, resgatando a auto-estima e capacitando-o para atingir efetivamente a aprendizagem, sendo alternativa para redução dos índices de evasão, de repetência e de distorção idade/série.
É a escola pública o tempo todo ao lado da comunidade.
Objetivos
•Manter os estudantes com atividades, no instante em que os pais estão buscando o sustento da família no mundo do trabalho;
•Educar os alunos para o pleno exercício da cidadania, orientando-os para a vida;
•Criar hábitos de estudos, aprofundando os conteúdos vivenciados no turno regular;
•Vincular as atividades pedagógicas às rotinas diárias de alimentação, higiene, recreação e estudos complementares;
•Orientar, com auxílio de profissional competente, pais e educandos da importância de cultivar bons hábitos alimentares e de higiene;
•Suprir a falta de opções oferecidas pelos pais no campo social, cultural, esportivo e tecnológico;
•Desenvolver as habilidades do educando desde o cultivo da terra à eletrônica, levando em consideração sua origem ou procedência, bem como suas tendências e habilidades;
•Possibilitar aos estudantes, oriundos de famílias de baixa renda, ambiente adequado e assistência necessária para a realização de suas tarefas;
•Incentivar a participação responsável da comunidade, buscando, através do seu engajamento no processo educacional, diminuir as desigualdades sociais e, conseqüentemente, reduzir os altos índices de violência;
•Promover ampliação e humanização do espaço da sala de aula;
•Adaptar à realidade econômica de cada região com a diversificação de culturas, visando à transformação qualitativa das estruturas produtivas já existentes;
domingo, 4 de março de 2012
O Mai Educação em 2012
Mais Educação espera atender cinco mil escolas do campo em 2012
1 de fevereiro de 2012
Comente
escoladocampoEm 2012, o Ministério da Educação – MEC pretende atender, por meio do programa Mais Educação, cerca de cinco mil escolas do campo, distribuídas entre os 26 Estados e o Distrito Federal.
Criado em 2008, o Mais Educação tem a responsabilidade de implantar educação integral, prioritariamente, nas escolas que apresentam baixa pontuação no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB . No início do programa, foram beneficiados 386 mil estudantes, de 1.380 escolas, distribuídas em 55 municípios, de todos os Estados brasileiros. Em 2009, o programa foi ampliado e passou a atender cinco mil escolas, em 126 municípios, beneficiando cerca de 1,5 milhões de estudantes. Em 2010, 10 mil escolas foram atendidas em todo o Brasil e beneficiaram três milhões de estudantes.
Só nas regiões metropolitanas já existem 14,9 mil escolas que oferecem educação integral. As escolas concentram alunos oriundos da floresta, das comunidades ribeirinhas, quilombolas, pescadoras e dos assentamentos da reforma agrária.
De acordo com Leandro Fialho, coordenador de ações educacionais complementares da Secretaria de Educação Básica – SEB, o MEC pré-selecionou 14,5 mil escolas do campo passíveis de atendimento, das quais se espera a adesão de pelo menos cinco mil. Os estabelecimentos pré-selecionados foram escolhidos a partir de requisitos como a distância de centros de atividades culturais, esportivas e de lazer e o baixo número de estudantes do ensino fundamental matriculados.
A tabela das escolas pré-selecionadas para integrar o programa traz a relação dos municípios e o número máximo de alunos que cada escola pode registrar. Fialho explica que é o número de estudantes cadastrados que determina o valor da verba a ser repassada para cada escola.
Ao aderir ao programa, o gestor da escola deve escolher cinco ou seis atividades em uma lista de 60, disponível no site do Mais Educação.
Segundo o coordenador do SEB, o MEC destina às escolas selecionadas um valor médio é de R$ 37 mil por ano. Além do recurso – utilizado para aquisição de materiais, custeio de atividades, pagamento de transporte e alimentação de monitores –, o governo federal envia às escolas beneficiadas instrumentos musicais, rádio escolar e uma lista com a referência de valores de equipamentos e materiais que podem ser adquiridos pela própria escola com os recursos repassados.
1 de fevereiro de 2012
Comente
escoladocampoEm 2012, o Ministério da Educação – MEC pretende atender, por meio do programa Mais Educação, cerca de cinco mil escolas do campo, distribuídas entre os 26 Estados e o Distrito Federal.
Criado em 2008, o Mais Educação tem a responsabilidade de implantar educação integral, prioritariamente, nas escolas que apresentam baixa pontuação no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB . No início do programa, foram beneficiados 386 mil estudantes, de 1.380 escolas, distribuídas em 55 municípios, de todos os Estados brasileiros. Em 2009, o programa foi ampliado e passou a atender cinco mil escolas, em 126 municípios, beneficiando cerca de 1,5 milhões de estudantes. Em 2010, 10 mil escolas foram atendidas em todo o Brasil e beneficiaram três milhões de estudantes.
Só nas regiões metropolitanas já existem 14,9 mil escolas que oferecem educação integral. As escolas concentram alunos oriundos da floresta, das comunidades ribeirinhas, quilombolas, pescadoras e dos assentamentos da reforma agrária.
De acordo com Leandro Fialho, coordenador de ações educacionais complementares da Secretaria de Educação Básica – SEB, o MEC pré-selecionou 14,5 mil escolas do campo passíveis de atendimento, das quais se espera a adesão de pelo menos cinco mil. Os estabelecimentos pré-selecionados foram escolhidos a partir de requisitos como a distância de centros de atividades culturais, esportivas e de lazer e o baixo número de estudantes do ensino fundamental matriculados.
A tabela das escolas pré-selecionadas para integrar o programa traz a relação dos municípios e o número máximo de alunos que cada escola pode registrar. Fialho explica que é o número de estudantes cadastrados que determina o valor da verba a ser repassada para cada escola.
Ao aderir ao programa, o gestor da escola deve escolher cinco ou seis atividades em uma lista de 60, disponível no site do Mais Educação.
Segundo o coordenador do SEB, o MEC destina às escolas selecionadas um valor médio é de R$ 37 mil por ano. Além do recurso – utilizado para aquisição de materiais, custeio de atividades, pagamento de transporte e alimentação de monitores –, o governo federal envia às escolas beneficiadas instrumentos musicais, rádio escolar e uma lista com a referência de valores de equipamentos e materiais que podem ser adquiridos pela própria escola com os recursos repassados.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Mais educacão - contraturno escolar
Contraturno
Pedagógico realiza formação do Mais Educação
Foto da Notícia
Foto da Notícia Mais Educação
O Departamento Pedagógico da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), por meio da Coordenação de Programas e Projetos Especiais (CPPE) realiza ao longo desta sexta-feira (3), no auditório Paulo Freire da Seduc, em Porto Alegre, formação para assessores das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) responsáveis pelo Programa Mais Educação. Na abertura do encontro, a diretora pedagógica adjunta da Seduc, Vera Regina Ignácio Amaro, enfatizou a importância do programa, que prevê atendimento de alunos em contraturno escolar, a partir da realização de oficinas culturais e esportivas, e a necessidade de qualificação das ações do programa, que deve estar implementado em 567 escolas em agosto.
“O acompanhamento das equipes diretivas das escolas e das CREs junto às escolas é fundamental, porque a ação do Mais Educação precisa dialogar com o fazer e com o projeto pedagógico da escola”, frisou a diretora. Vera Amaro disse que as oficinas, que garantem maior segurança, reforço escolar e maior tempo na escola, também devem repercutir no processo de aprendizagem da criança.
O Programa Mais Educação integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) como estratégia do governo federal para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular na perspectiva da educação integral. A iniciativa promove a ampliação de tempos, espaços, oportunidades educativas e o compartilhamento da tarefa de educar entre profissionais da educação e de outras áreas, além das famílias e outros atores sociais, sob coordenação da escola e de professores. Além da ampliação do tempo do aluno na escola e qualificação da sua alimentação diária, no RS o programa tem promovido melhoria da infraestrutura de escolas e ampliação de carga horária de professores, gerado renda a oficineiros e melhorado a vida das famílias dos mais de 26 mil alunos matriculados nas escolas com o Mais Educação. A expectativa é de que o programa receba 20 milhões de reais para desenvolvimento nas 567 escolas do Estado.
Integram o programa os ministérios da Educação, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Ciência e Tecnologia, do Meio Ambiente, do Esporte, da Cultura e da Defesa, além da Controladoria Geral da União.
Pedagógico realiza formação do Mais Educação
Foto da Notícia
Foto da Notícia Mais Educação
O Departamento Pedagógico da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), por meio da Coordenação de Programas e Projetos Especiais (CPPE) realiza ao longo desta sexta-feira (3), no auditório Paulo Freire da Seduc, em Porto Alegre, formação para assessores das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) responsáveis pelo Programa Mais Educação. Na abertura do encontro, a diretora pedagógica adjunta da Seduc, Vera Regina Ignácio Amaro, enfatizou a importância do programa, que prevê atendimento de alunos em contraturno escolar, a partir da realização de oficinas culturais e esportivas, e a necessidade de qualificação das ações do programa, que deve estar implementado em 567 escolas em agosto.
“O acompanhamento das equipes diretivas das escolas e das CREs junto às escolas é fundamental, porque a ação do Mais Educação precisa dialogar com o fazer e com o projeto pedagógico da escola”, frisou a diretora. Vera Amaro disse que as oficinas, que garantem maior segurança, reforço escolar e maior tempo na escola, também devem repercutir no processo de aprendizagem da criança.
O Programa Mais Educação integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) como estratégia do governo federal para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular na perspectiva da educação integral. A iniciativa promove a ampliação de tempos, espaços, oportunidades educativas e o compartilhamento da tarefa de educar entre profissionais da educação e de outras áreas, além das famílias e outros atores sociais, sob coordenação da escola e de professores. Além da ampliação do tempo do aluno na escola e qualificação da sua alimentação diária, no RS o programa tem promovido melhoria da infraestrutura de escolas e ampliação de carga horária de professores, gerado renda a oficineiros e melhorado a vida das famílias dos mais de 26 mil alunos matriculados nas escolas com o Mais Educação. A expectativa é de que o programa receba 20 milhões de reais para desenvolvimento nas 567 escolas do Estado.
Integram o programa os ministérios da Educação, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Ciência e Tecnologia, do Meio Ambiente, do Esporte, da Cultura e da Defesa, além da Controladoria Geral da União.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Exposição resgata luta dos negros pelos direitos humanos
Será apresentada nesta semana na Praça da sede da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), em Porto Alegre, a exposição itinerante ViDHas: Histórias de lutas e conquistas dos negros pelos direitos humanos, que oferece aos espectadores oportunidade de reflexão sobre o processo histórico da comunidade negra e suas histórias de vida. Na quarta-feira (11), a partir das 11h, haverá palestra com João Cândido de Oliveira Neto, sobrinho neto do Almirante Negro João Cândido, marinheiro líder da Revolta da Chibata, em 1910.
A exposição é elaborada pelo Memória Carris, departamento de história da empresa de ônibus Carris Porto-Alegrense e está sendo trazida à Praça em parceria entre a Assessoria de Diversidade do Departamento Pedagógico da Seduc e Carris.
O projeto "ViDHas: histórias de lutas e conquistas dos negros pelos Direitos Humanos" pretende valorizar a participação do negro na história de Porto Alegre e incentivar o respeito e o acolhimento às diferenças sociais. A mostra é composta por 22 banners que contam a história de lutas e conquistas dos negros pelos direitos humanos no mundo.
A exposição será levada a escolas municipais, estaduais e privadas, até dezembro. Em cada local, o prazo máximo de permanência será de uma semana. Na Seduc, os banners poderão ser vistos até sexta-feira (13), dia em que o Brasil celebra a Abolição da Escravatura.
A exposição é elaborada pelo Memória Carris, departamento de história da empresa de ônibus Carris Porto-Alegrense e está sendo trazida à Praça em parceria entre a Assessoria de Diversidade do Departamento Pedagógico da Seduc e Carris.
O projeto "ViDHas: histórias de lutas e conquistas dos negros pelos Direitos Humanos" pretende valorizar a participação do negro na história de Porto Alegre e incentivar o respeito e o acolhimento às diferenças sociais. A mostra é composta por 22 banners que contam a história de lutas e conquistas dos negros pelos direitos humanos no mundo.
A exposição será levada a escolas municipais, estaduais e privadas, até dezembro. Em cada local, o prazo máximo de permanência será de uma semana. Na Seduc, os banners poderão ser vistos até sexta-feira (13), dia em que o Brasil celebra a Abolição da Escravatura.
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